
O Caminho
O Dr. Nabais
Por detrás do Dr. Nabais existe um percurso pouco convencional.
Antes da medicina vieram a informática, a programação, o design, o marketing e vários projetos empresariais desenvolvidos em Portugal e no estrangeiro.
A medicina surgiu mais tarde, não como uma escolha profissional, mas como uma necessidade de encontrar respostas.
Uma doença mudou profundamente o rumo da sua vida e transformou a procura de conhecimento numa procura pela própria saúde.
O que começou por necessidade acabaria por se tornar um caminho.
E esse caminho continua até hoje.
Quando estudar se torna uma necessidade
Perante um diagnóstico particularmente difícil, surgiu uma pergunta inevitável:
Haverá outro caminho?
A procura por respostas conduziu à Medicina Ayurvédica e, mais tarde, ao estudo de outras medicinas e formas de compreender o organismo humano.
Seguiram-se anos de formação, investigação e estudo.
Inicialmente, o objetivo não era exercer medicina.
Era compreender.
Compreender a doença, compreender o corpo e perceber de que forma conhecimentos desenvolvidos em diferentes épocas e culturas poderiam contribuir para recuperar o equilíbrio perdido.
Mas, à medida que as respostas apareciam, surgiam novas perguntas.
E aquilo que começara como uma procura pessoal transformou-se progressivamente numa nova forma de olhar para a saúde.
Doze anos até à primeira decisão
Aprender com quem veio antes
A história da medicina foi construída por inúmeras pessoas que dedicaram a vida a observar, estudar e compreender o corpo humano.
É sobre esse conhecimento que continuamos a construir.
O estudo das medicinas tradicionais foi sendo progressivamente acompanhado pela investigação contemporânea, pela neurofisiologia, pela anatomia, pela biomecânica e por diferentes abordagens terapêuticas.
Mais tarde, o estudo aprofundado do trabalho de Leon Chaitow e a investigação desenvolvida em contexto académico permitiram questionar, experimentar e aperfeiçoar algumas das suas premissas.
Desse percurso nasceu a Terapia Nabais–Chaitow, uma abordagem própria de terapia manual que continua a evoluir através da prática clínica, do estudo e da investigação.
Porque subir aos ombros de gigantes não significa repetir aquilo que eles viram.
Significa procurar ver um pouco mais longe.
Primeiro, a pessoa
Há uma pergunta muito simples que resume grande parte da forma como entendemos a consulta:
Como se chama?
Antes da doença existe uma pessoa.
Com uma história, um contexto, experiências, hábitos, emoções e uma forma única de o organismo se adaptar ao longo da vida.
Por isso, uma consulta não começa apenas no local onde existe dor ou no resultado alterado de uma análise.
Procura compreender relações.
Entre sistemas.
Entre acontecimentos.
Entre aquilo que a pessoa sente e aquilo que o corpo manifesta.
É essa necessidade de conhecer primeiro a pessoa que explica o tempo dedicado a cada consulta e a integração de diferentes formas de avaliação, conhecimentos médicos e abordagens terapêuticas.
Porque tratar uma doença nunca deveria significar deixar de ver quem a transporta.
Uma medicina feita de muitas medicinas
Nenhuma tradição médica possui todas as respostas.
Cada uma nasceu num determinado tempo, numa determinada cultura e a partir de uma forma própria de observar o ser humano.
Na prática clínica do Dr. Nabais, esses conhecimentos não procuram competir entre si.
Dialogam.
As medicinas tradicionais encontram-se com o conhecimento contemporâneo.
A experiência clínica encontra-se com a investigação. A terapia manual encontra-se com a compreensão sistémica do organismo.
E a intuição clínica, construída através do conhecimento, da observação e da experiência, ajuda a formular novas perguntas quando as respostas mais evidentes não são suficientes.
O objetivo não é escolher uma medicina.
É procurar compreender melhor uma pessoa.
Continuar a procurar
O estudo nunca terminou.
Continua nos livros, na investigação, na prática clínica e, sobretudo, nas perguntas que cada pessoa traz consigo.
Algumas respostas confirmam aquilo que já conhecemos.
Outras obrigam-nos a voltar aos livros.
E algumas conduzem a caminhos que ainda precisam de ser explorados.
É essa inquietação que mantém vivo o conhecimento: aceitar que, por muito que se tenha estudado, haverá sempre mais alguma coisa para compreender.
Estudar, investigar e aprender enquanto for possível.
Porque a medicina também avança através daqueles que conservam a humildade de continuar a fazer perguntas.
O caminho continua
Ser médico, para o Dr. Nabais, significa antes de tudo estar ao serviço de quem procura ajuda.
Com conhecimento, mas também com humildade.
Com experiência, mas conservando a capacidade de questionar.
Com a determinação de procurar uma resposta mesmo quando ela não é imediatamente evidente.
E com a coragem de continuar ao lado de cada utente nos momentos em que o caminho se torna mais difícil.
Porque existe um compromisso que deve permanecer acima de todos os outros:
nunca desistir de uma pessoa apenas porque, por momentos, ela deixou de acreditar que ainda existe um caminho.
Continue a acompanhar
O percurso continua também fora do consultório.
Acompanhe o trabalho, a investigação, as publicações e outros projetos do Dr. Nabais através das suas redes profissionais.